O Sindicato vem a público denunciar o conteúdo do Despacho n.º 43/2026-D.G./SEMED.
O documento assinado pelo Diretor-Geral, Luciano Chinda Doarte, é uma peça de ficção administrativa que tenta transformar meses de inércia em “prioridade”.
Por que o Despacho 43/2026 é uma manobra?
A Farsa da Proatividade
O Diretor alega que o tema é prioridade desde janeiro de 2026, mas o que vimos até agora foi um “pingue-pongue” de protocolos entre SEMED, PGM e SEMARH que não resultou em nada concreto.
A “Terceirização” da Decisão
A tentativa de empurrar a decisão para o Tribunal de Contas (TCE-PR) é a prova final da falta de vontade política. A gestão municipal tem autonomia para valorizar seus servidores; usar o TCE como escudo é tática de quem quer ganhar tempo para não pagar o que é de direito.
Confissão de Incompetência Interna
O Diretor afirma estar “insatisfeito” com os pareceres de outros setores da prefeitura. Se o próprio governo não se entende, quem paga a conta é o educador, que continua sem o enquadramento devido no Magistério.
Nossas Exigências são inegociáveis
Basta de Memorandos
Não queremos mais relatórios de datas e reuniões vazias. Queremos o projeto de lei de enquadramento na mesa.
Transparência Já
Exigimos a abertura imediata dos pareceres da PGM e SEMARH citados no despacho. Se há entraves, a categoria precisa saber quais são para combatê-los.
Reunião com a Prefeita
O Diretor-Geral já provou que não tem o poder — ou a vontade — de resolver. Exigimos audiência imediata com a Sra. Prefeita para que ela assuma a responsabilidade perante as Atendentes de Creche e Educadores Sociais.
O sindicato não será cúmplice dessa encenação.
Se não houver avanço real, a resposta virá com a mobilização da categoria nas ruas!