AMPLIAÇÃO E MELHORIA DO SERVIÇO PÚBLICO PASSAM PELA VALORIZAÇÃO DO SERVIDOR

Depois de passar pelo último governo que tentou privatizar serviços públicos essenciais como saúde, educação e a soberania do país na exploração do petróleo e gás, entre outros, mas que conseguiu vender a Eletrobrás abaixo do preço, levando prejuízos imensuráveis à população.

Os servidores públicos enfrentaram e ainda lutam por direitos, melhorias no atendimento à população e pelo fim das tentativas de privatização do serviço público e a tentativa de desmonte da carreira e a falta de reconhecimento com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Nº 32, da reforma Administrativa, que privatiza os serviços públicos.

Para a presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Jucélia Vargas “Para a gente acessar qualquer profissão é preciso aprender a ler e escrever, e na escola, a gente tem o vigia, a merendeira, a professora. Quando a gente vai na assistência social, por qualquer catástrofe que aconteça, depois de uma enchente, por exemplo, as pessoas ou vão procurar a assistência social, Então, todo homem, toda mulher e criança dependem do serviço público para sobreviver, para viver”, frisou Jucélia.

Embora a PEC, depois de muita luta dos servidores públicos, não tenha sido ainda votada pelo Congresso Nacional, formada em sua grande maioria por conservadores e tendo como presidente da Câmara, Arthur Lira (PL-AL) que não desistiu de pautar a proposta.

Por isso, é muito importante divulgar as graves consequências que o texto, caso seja aprovado pelo Congresso, além de privatizar o serviço público, destrói o bem-estar social. Pois, a PEC 32 abre caminho para a terceirização do funcionalismo público, prejudicando ainda mais a população. O que significa a destruição dos serviços públicos: com menos saúde, menos escola, menos postos de saúde, menos vacina, menos remédio e também abre mais espaço para corrupção, em contratos.

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Fonte CONFETAM/CUT: https://confetam.org.br/noticias